Graffiti expressa arte e expõe marcas em São Paulo

Das ruas de Nova Iorque aos muros de São Paulo, o graffiti se consolida como forma de arte e exposição. E assim vai vencendo uma de suas maiores batalhas: o preconceito. Os primeiros registros de graffiti datam dos anos 70, nos Estados Unidos. Jovens descontentes com a violência e as gangues resolveram fazer algo diferente. Se cometer crimes era uma forma de se diferenciar, abraçar a arte também poderia, só que de maneira bem melhor. Surgiu, então, o graffiti, parte do movimento Hip Hop, que também incorpora dança e música.

Anos depois, no início da década de 80, o graffiti desembarcou no Brasil. Desde então, São Paulo tornou-se referência no assunto. Hoje até exporta talentos para o mundo, como os grafiteiros Yuka e Zéfix. Desenhos vivos, chamativos e expressivos, alguns até com cunho político, chamaram a atenção. Aos poucos deixaram de ser marginalizados para movimentarem um mercado. Esse fenômeno despertou o interesse de empresas que, além de reconhecerem a autenticidade dessa arte, enxergaram uma oportunidade de alcançar o público de maneira original e criativa.

A ASR Mídia Exterior é um bom exemplo nesse sentido. Atuante em todo o Brasil desde 1999, a empresa é especializada em soluções de mídia exterior, como outdoor, newsstand e busdoor. O trabalho da ASR Mídia exterior ultrapassa o campo profissional. Também apoia projetos sociais que incentivam talentos nas artes plásticas, incluindo o graffiti. Uma dessas iniciativas é o projeto Graffiti Olímpico, o qual a ASR Mídia Exterior está à frente. Graffiti Olímpico — o maior projeto de graffiti das olimpíadas: no embalo das Olímpiadas de 2016, esse projeto consiste em grafitar 16 empenas laterais dos prédios vizinhos da Arena Corinthians. O estádio receberá 10 jogos de futebol masculino e feminino, incluindo disputa por medalha. Criados por 10 dos principais grafiteiros de São Paulo, os desenhos contam histórias do evento, dos esportes e dos atletas. A área grafitada chegará a 2.400m² de empresas próximo ao metrô Itaquera.

O alcance estimado dessas artes é de 28 milhões de visualizações mensais. O bairro Itaquera, onde se localizam as empenas grafitadas, possui mais de 220 mil moradores. A estação Metrô Itaquera recebe, em média, 629 mil passageiros por dia. Tamanha visibilidade cumpre dois papéis distintos: expressão artística e exposição de marcas. Isso porque empresas interessadas podem contribuir ao projeto em troca de estampar a marca em diversos meios de mídia exterior. Tudo com respaldo profissional da ASR Mídia Exterior. | Site:graffitiolimpico.instapage.com.testar velocidade

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